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Edição 91 - Junho: Mês quente...só no IDESA
O cinema brasileiro
 

O cinema brasileiro

por Murilo Papareli - 1º Ensino Médio B

No Brasil, há uma confusão de datas. A primeira vez que uma câmera entrou em funcionamento registrando imagens 100% brasileira foi em 19 de junho de 1898, quando Alfonso Segreto chegou da Europa e filmou cenas da Baía de Guanabara. Essa é a data comumente associada ao nascimento do cinema brasileiro. Seu irmão Pascoal havia inaugurado uma sala de exibições, no ano seguinte, e foi nessa sala, que o filme foi exibido pela primeira vez.
No entanto, o Dia do Cinema Brasileiro é comemorado em 5 de novembro. Seria uma homenagem a dois eventos importantes acontecidos na data: o nascimento de Paulo César Saraceni (O Viajante) e o falecimento de Humberto Mauro (Ganga Bruta).


O cinema brasileiro vem crescendo no decorrer dos anos. Alguns marcaram história, como:

O assalto ao trem pagador, de Roberto Farias

O bandido da luz vermelha, de

Rogério Sganzerla

Bang bang, de Andrea Tonacci

Brasa dormida, de Humberto Mauro

Bye bye Brasil, de Carlos Diegues

Cabra marcado para morrer, de Eduardo Coutinho

Os cafajestes, de Ruy Guerra

O cangaceiro, de Lima Barreto

Deus e o diabo na terra do sol, de Glauber Rocha

O dragão da maldade contra o santo guerreiro, de Glauber Rocha

Eles não usam black-tie, de Leon Hirszman

Os fuzis, de Ruy Guerra

Ganga bruta, de Humberto Mauro

O grande momento, de Roberto Santos

A hora e a vez de Augusto Matraga, de Roberto Santos

Limite, de Mário Peixoto

Macunaíma, de Joaquim Pedro de Andrade

A margem, de Ozualdo Candeias

Matou a família e foi ao cinema, de Júlio Bressane

Memórias do Cárcere, de Nelson Pereira dos Santos

Noite vazia, de Walter Hugo Khouri

O pagador de promessas, de Anselmo Duarte

Pixote - a lei do mais fraco, de Hector Babenco

Rio quarenta graus, de Nelson Pereira dos Santos

São Bernardo, de Leon Hirszman

São Paulo Sociedade Anônima, de Luiz Sergio Person

Terra em transe, de Glauber Rocha

Toda nudez será castigada, de Arnaldo Jabor

Tudo bem, de Arnaldo Jabor

Vidas secas, de Nelson Pereira dos Santos


Sei que, a maioria de vocês, leitores, não deve conhecer nenhum desses filmes, mas foram esses filmes que fizeram história, e são eles que, hoje, merecem os parabéns, por mostrar para todos que o Brasil também tem sua vez nas telas.


 
 

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